Monday, January 11, 2010

cansaço

O patrão tirou-me o tapete. Aumentou-me e não foi só um bocadinho. Não sei precisamente como me sentir nesse respeito. A hierarquia continua uma anedota completa. Não há equipas de nada. Há um reboliço de "pedinchamento" de opiniões e lá pelo meio sai código. Bom creio que será mais ou menos assim para todos os programadores... Olha toma lá isto.. aprende! De preferência depressa.


Faço um esforço tão grande para progredir e parece que estou sempre atrás de tudo. Não há livros que cheguem, nem tempo para os ler a todos. Gostava que viesse um gajo com mais experiência para liderar.. mas depois da escaldadela que apanhei... tenho medo.

Cada um vive e puxa os seus próprios interesses. Menos o R. Era quem menos trabalhava e agora quase está ao nosso nível. Desgraçado para ali andou feito bola de ping pong de tecnologia em tecnologia... de projecto em projecto... os últimos meses foram cá uma estolada que até doi. E não se saiu nada mal.

Estou cansada.. Claro que deixei o ISEL completamente para trás. Começo a ficar farta do ISEL. Farta daquela politica de quem F** melhor. Eu sei que é bom... a exigência.. E os gajos nesse aspecto são criteriosos... sai-se de lá com as tecnologias na ponta da lingua.. o problema é que para aprender as tecnologias tão a fundo é preciso tempo, e eu não tenho tempo. Estou mesmo no fim do curso há um ano e nunca mais acaba. uma cadeira... duas cadeiras! estou farta!

Não sei que raio de estratégia vou engendrar para me safar... vou ter de começar a largar os princípios.. apanhar trabalhos alheios e modifica-los. Escrever codigo também dá trabalho... e rouba tempo! Não quer dizer que não se saiba.. ás vezes a maior parte das coisas até são simples... são é volumosas.

É um mundo muito cão. Muito mais simples do que gosta de se fazer parecer. Creio que seja isso que me tira do sério.. não conseguir ver através das sombras.

Depois lixo-me e só quando me lixam é que compreendo tudo. Como uma boa jogada de xadrez. Não se ve nada.. mas quando em três movimentos nos fazem um pin à dama... ou nos comem uma peça fulcral com um peão... já não há que enganar... está a figura exposta.

Mas que discurso mais disconexo. Eu preciso é de dormir.

é de dormir...

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